Blog Posts

18 November
0

Barato X Caro

Depois das minhas merecidas férias, onde viajei e abandonei quase totalmente o meu notebook (sorry…), voltei com uma matéria para refletirmos sobre a real eficácia de alguns cosméticos e seus efeitos sobre cada tipo de pele.

O jornal britânico Daily Mail fez uma reportagem sobre beleza que tem tudo a ver aqui com o Blog! A jornalista, Claire Cisotti, de 46 anos, quis verificar se os produtos de beleza mais caros realmente são melhores e mais eficazes que os mais baratos.

Para isso, durante um mês, ela usou do lado direito do rosto o Crème de la Mer, que custa R$ 496,71 e, do lado esquerdo, o tão conhecido Creme Nivea que custa R$ 10,90.

creme-caro-creme-barato-1

A diferença de preço entre os cremes é gritante, mas vamos ver o resultado no rosto da jornalista?

E aí, estão vendo alguma grande diferença nas rugas e marcas de expressão no rosto de Claire?

Um dermatologista acompanhou todo o processo, fazendo scans periódicos de seu rosto para comparar os resultados. Na foto já dá para notar um pouco a diferença entre os cremes, mas, nos scanso resultado foi impressionante.

O médico concluiu que o lado esquerdo do rosto (lado do Creme Nivea) estava mais hidratado, com menos vermelhidão e que, algumas linhas finas em volta do olho haviam desaparecido. Além disso, segundo o dermatologista, o lado do Creme Nivea estava com a pele 5 anos mais jovem que a idade real de Claire.

A conclusão é que, nem sempre o mais caro é o melhor. Porém, devemos considerar que, o teste foi feito apenas em uma pessoa, cada pele reage de uma maneira e existe milhares de outros cremes disponíveis no mercado, ou seja, o Creme Nivea funcionou melhor que o Crème de la Mer para a pele da jornalista mas, talvez para outra pele, um creme mais caro funcionaria melhor que um mais barato não é mesmo?

Curiosidade: Creme Nívea (esse da latinha azul) é um Cold Cream, e foi o primeiro creme embalado e comercializado da história, há mais de 100 anos. Inventado em 1911, foi o primeiro creme de cuidado com a pele exportado para o mundo inteiro sem perder nada de sua qualidade ou consistência. Apenas três anos depois do lançamento do NIVEA Creme, em Hamburgo, ele estava disponível em todos os continentes, e praticamente metade das vendas da NIVEA vêm do exterior.

O Cold Cream foi inventado por Galeno, lá pelo século II D.C. Àquela época, não havia os tensoativos modernosos e sintéticos de hoje. O que ele fez foi ajuntar uma grande quantidade de óleo, com água de rosas e adicionar cêra de abelha, que funcionou como o agente emulsificante. Galeno também nos ensinou que ao juntar 10% de lanolina à fórmula, esta ficava ainda melhor para tratar e hidratar a pele.

Naquela época, ele se valia de óleos vegetais e ingredientes naturais para preparar o seu Cold Cream (com a exceção da lanolina, que é de origem animal). E em suas preparações, o mínimo de fase oleosa era de 70%. Com a evolução da química e cosmetologia e etc, a fórmula do Cold Cream foi mudando muito.

Por que se chama Cold Cream? Porque quando você passa na pele, o calor natural do tecido cutâneo provoca a evaporação da água da formulação e você sente uma sensação refrescante.

Pessoalmente, adoro este tipo de formulações, e por ter uma base bem “pesada”, tanto o creme Nívea, quanto outras formulações Cold Cream, se adequam muito bem a minha pele super seca. Seus usos são muitos! Desde proteger a pele dos bebês contra assaduras, para reidratar e tratar a pele queimada pelo sol, para limpar a maquiagem ( o que ele é muito eficaz devido a grande quantidade de compostos oleosos em sua formulação).

Alguém usa ou já usou?

0 Comentários

Nenhum comentário. Seja o primeiro!

Deixe um comentário